
Relato pessoal de um jornalista sobre um professor de matemática que, diante de um erro, o tratou com confiança e empatia. A partir da lembrança, discute carisma e magnetismo pessoal, citando Napoleon Hill, e o uso do olhar, das mãos e da voz como recursos de comunicação para gerar credibilidade e simpatia.
out. de 2026


